Corrente russa: como é, efeitos e preço do método que substitui academia

26 de março de 2019

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POR Manuela Sampaio

Enquanto muitos tratamentos estéticos agem na pele e na gordura, a corrente russa dispara estímulos que fazem os músculos contraírem, prometendo deixá-los mais tonificados e, de quebra, até permitir que a cútis fique mais firme.

Simples de ser feito e barato quando comparado a outros tratamentos do mesmo tipo, ele pode ser uma boa opção para quem deseja musculatura mais demarcada em pontos específicos do corpo. Veja a seguir como funciona e o que promete este tratamento estético.

O que é corrente russa?

O método se trata de um estímulo elétrico gerado pelo aparelho de corrente russa e usado para produzir contração muscular no local em que é aplicado.

Com isso, pode haver melhoria no tônus muscular e na flacidez da pele, além de estimulação da circulação sanguínea e linfática, bem como da oxigenação celular.

É como se os músculos estivessem sendo “exercitados”, mas pela máquina, e não pelo paciente de maneira ativa.

Quem pode fazer?

O método é usado para promover maior tonicidade muscular corporal, melhora da flacidez e contorno corporal, portanto é uma opção para homens e mulheres que desejam conseguir esses benefícios.

Ele ainda é indicado para a recuperação do tônus muscular pós-parto e pós-emagrecimento, além de ser um bom complemento para pessoas que passaram por lipoaspiração.

Como funciona corrente russa?

O método é simples de ser feito e as sessões em geral são curtas. Não são esperados grandes efeitos colaterais, tampouco são necessários preparos complexos.

Preparo

Não é necessário nenhum cuidado específico antes de realizar as sessões de corrente russa.

Procedimento

A técnica consiste na aplicação de corrente de média frequência alternada de 2.500 Hz em séries de disparos separados, com o objetivo de produzir a contração muscular.

Recuperação

Não é esperado que haja desconfortos após as sessões. Caso sinta dor ou qualquer outro incômodo, avise o profissional que te acompanha.

Dói?

Durante o tratamento, são esperadas sensações de formigamento e contração muscular.

Dor só ocorre com pacientes sedentários após o procedimento, sendo igual a àquela manifestada nos músculos após treinos intensos.

Risco de choque

Por ser despolarizada, a corrente não apresenta riscos de choques, desde que seja corretamente regulada pelo profissional responsável.

Quantas sessões são necessárias?

É recomendado que sejam feitas no mínimo dez sessões de corrente russa para que se obtenha resultado importante, embora este costume ser visível logo nas primeiras aplicações.

O espaçamento também é importante, sendo indicado, em média, de 2 a 3 sessões por semana.

Antes e depois da corrente russa

A principal melhoria vista com a aplicação da corrente russa é a do tônus muscular. Além disso, os músculo ficam mais tonificado, a pele mais firme e o corpo mais modelado. Como consequência, o paciente aparenta ser mais esbelto e jovem.

A mudança começa a ser vista a partir da quinta sessão de corrente russa.

Quais as vantagens em relação aos outros métodos?

Enquanto muitas técnicas atingem mais a pele ou a gordura, a corrente russa funciona como uma forma de trabalhar a camada muscular, mais interna que as outras.

Riscos e efeitos colaterais

Se o paciente for sedentário ou se for usada intensidade alta, poderá ser sentida dor muscular. Apesar disso, não há grandes riscos envolvidos no tratamento.

Contraindicações

O tratamento com corrente russa não é indicado para gestantes, pessoas com distensão e contratura muscular, câncer ou pressão arterial elevada.

Preço da corrente russa

Uma sessão custa em média R$ 73,00, a depender da área e cidade do Brasil.

Fontes

Fisioterapeuta dermato-funcional Ingrid Peres, da Onodera Estética.