Bioestimuladores de colágeno: para que servem, indicações e mais

Ter uma pele bonita e saudável é o desejo de muita gente que busca estar sempre de bem com o espelho. No entanto, a partir dos 30 anos de idade o corpo começa a perder colágeno, proteína responsável pela firmeza e a elasticidade da pele, o que resulta inicialmente em uma aparência cansada e, em estágios mais avançados de envelhecimento, em rugas profundas, marcas de expressão e flacidez.

As mulheres são as que mais sofrem com essa perda, pois contam com uma quantidade menor de colágeno se comparada com a dos homens.

Felizmente, os bioestimuladores de colágeno podem ajudar na prevenção e reparação de tais danos gerados pelo passar do tempo. Entenda:

Para que servem bioestimuladores de colágeno?

Os bioestimuladores de colágeno, como ácido poli-l-láctico (conhecido comercialmente no Brasil como Sculptra) e hidroxiapatita de cálcio (conhecido como radiesse), são substâncias feitas em laboratório e injetadas profundamente na pele para estimular o próprio organismo a produzir colágeno, promovendo resultado natural e duradouro. Vale lembrar que eles não têm nenhum efeito no volume, mas atuam na melhora da firmeza da pele.

Quando se trata desse tipo de procedimento, são indicadas, em média, três sessões, mas o número pode variar para mais ou menos, dependendo do grau de flacidez do paciente. Vale lembrar que as substâncias são injetáveis, mas um anestésico local minimiza a dor da aplicação. Os intervalos entre cada protocolo são de 30 a 45 dias.

Indicação

Os bioestimuladores de colágeno são recomendados a partir dos 25 anos como método preventivo.

Eles podem ser aplicados não só no rosto e no pescoço, mas também em braços, abdômen, região interna de coxa e bumbum. E também tem uma melhora expressiva nas celulites, uma vez que a pele fica mais esticada e firme.

Preço

A quantidade e o número de sessões é determinado pelo médico dermatologista. O valor do pacote custa, em média, R$ 2.500 reais o sculptra e R$ 1.800 reais o radiesse.

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